Intervenção baseada em ABA em Belém
Raquel Gualberto informa atuação com intervenção baseada em ABA no acompanhamento do desenvolvimento de pessoas com TEA. A organização do serviço deve partir das necessidades da pessoa, da participação da família quando pertinente e de objetivos discutidos com clareza.

Uma proposta individualizada
Antes de definir atividades ou frequência, é necessário conhecer a demanda e a rotina. Necessidades de comunicação, autonomia e participação no cotidiano não se apresentam da mesma maneira para todas as pessoas. A proposta deve ser explicada em linguagem acessível, com espaço para dúvidas sobre o que será feito e por quê.
Objetivos com significado no cotidiano
Ao conversar sobre o serviço, pergunte como os objetivos serão escolhidos, acompanhados e revistos. Eles precisam estar relacionados a necessidades relevantes para a pessoa atendida. A descrição de um método não substitui um plano individual, nem permite prometer resultados, prazos ou um número de horas sem avaliação.
Esclareça suas dúvidas ↗Participação e respeito à pessoa
A experiência, as preferências e as formas de comunicação da pessoa precisam ser consideradas. Responsáveis e outros profissionais podem contribuir quando isso fizer sentido para o cuidado, com comunicação combinada. É importante esclarecer como desconfortos serão reconhecidos e como as decisões do acompanhamento serão conversadas ao longo do processo.
Esclareça suas dúvidas ↗Esclarecer o serviço oferecido
O nome de uma abordagem não informa, por si só, como acontecerão os encontros. Antes de contratar, pergunte quem realizará o atendimento, em qual ambiente, como serão registrados os objetivos e de que maneira o planejamento será revisto. Essas informações ajudam a compreender a proposta concreta. Necessidades de articulação com escola ou outros profissionais devem ser conversadas, sem pressupor que todos esses serviços estão incluídos no mesmo formato de acompanhamento.
Antes do agendamento
Consulte Raquel sobre a faixa etária atendida, o formato da intervenção, a disponibilidade e as condições de acompanhamento em Belém. A existência de oferta de psicoterapia online não significa que esta intervenção será remota. Também não há nesta página promessa de atendimento intensivo, domiciliar ou escolar; essas possibilidades exigem confirmação específica.

Raquel Gualberto.
Uma escuta para a sua história.
Psicóloga clínica e neuropsicóloga, Raquel atende crianças, adolescentes e adultos em Belém. Seu trabalho tem como base a Terapia Cognitivo-Comportamental e considera as necessidades de cada pessoa.
A psicoterapia presencial acontece na Marambaia. O atendimento online e os procedimentos de avaliação são conversados conforme o serviço e a situação apresentada.
Conheça também
o perfil no Google.
Consulte as avaliações públicas e as informações do consultório diretamente no perfil da Raquel.
Perguntas
frequentes.
Informação também faz parte do cuidado.
Ainda tenho uma dúvida ↗É preciso conversar sobre o diagnóstico antes de agendar?
Informe a demanda e a existência de avaliação prévia. A profissional orientará quais informações são necessárias para analisar a indicação e o escopo do serviço.
A quantidade de horas é igual para todas as pessoas?
Não deve ser definida de forma automática. Organização e frequência precisam ser esclarecidas a partir da avaliação da demanda.
A família participa do planejamento?
A forma de participação é combinada conforme a pessoa atendida, seus objetivos e a organização do acompanhamento.
Há atendimento na escola ou em casa?
Esses formatos não estão confirmados nos dados fornecidos. Consulte a disponibilidade antes de considerar essa modalidade.
A intervenção substitui todos os outros acompanhamentos?
Não se deve fazer essa suposição. A necessidade de outros serviços é discutida individualmente, respeitando o cuidado de cada pessoa.
Um espaço para você.
No seu tempo.
Converse para esclarecer suas dúvidas e conhecer as possibilidades de atendimento.
No primeiro contato, compartilhe apenas as informações necessárias para agendar.
