Apoio psicológico para dificuldades com o uso digital
Celular, redes e outras atividades digitais podem fazer parte do trabalho, do estudo e dos vínculos. Quando você sente dificuldade de escolher como usa esse tempo ou percebe conflitos em torno das telas, a psicoterapia pode oferecer um espaço de reflexão. O número de horas, sozinho, não deve ser usado como diagnóstico.

Qual lugar o ambiente digital ocupa?
A conversa pode abordar o que você procura ao acessar uma rede, um jogo ou uma sequência de vídeos: companhia, diversão, informação, descanso ou afastamento de uma preocupação. Compreender esse contexto evita reduzir a questão a falta de disciplina. Também importa distinguir uso necessário, atividades prazerosas e situações em que você percebe que sua escolha ficou mais difícil.
Quando surgem conflitos na rotina
Você pode relatar compromissos adiados, discussões em casa ou dificuldade de encerrar uma atividade mesmo quando pretendia fazer outra coisa. Esses exemplos ajudam a apresentar a demanda, mas não confirmam um transtorno. Na consulta, serão considerados seu contexto de vida, suas prioridades e as condições que facilitam ou dificultam mudanças, sem propor uma regra única para todas as pessoas.
Esclareça suas dúvidas ↗Famílias e acordos sobre telas
Quando a demanda envolve crianças ou adolescentes, é importante compreender também os acordos familiares, o uso digital dos adultos e as funções das telas na rotina. Raquel atende esses públicos e oferece orientação parental. O formato de participação dos responsáveis deve ser combinado, sem transformar a criança ou o adolescente no único responsável por um problema de convivência.
Esclareça suas dúvidas ↗Uma conversa sobre escolhas possíveis
Com base na TCC, o acompanhamento pode explorar situações, pensamentos, emoções e ações associados ao uso digital. As metas precisam ser discutidas individualmente, sem prometer abstinência nem impor afastamento total da tecnologia. Para agendar, informe apenas que deseja conversar sobre sua relação com atividades digitais; não é necessário compartilhar senhas, histórico de navegação ou mensagens privadas.

Raquel Gualberto.
Uma escuta para a sua história.
Psicóloga clínica e neuropsicóloga, Raquel atende crianças, adolescentes e adultos em Belém. Seu trabalho tem como base a Terapia Cognitivo-Comportamental e considera as necessidades de cada pessoa.
A psicoterapia presencial acontece na Marambaia. O atendimento online e os procedimentos de avaliação são conversados conforme o serviço e a situação apresentada.
Conheça também
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Perguntas
frequentes.
Informação também faz parte do cuidado.
Ainda tenho uma dúvida ↗Muitas horas de tela confirmam dependência?
Não por si só. É necessário compreender finalidade, contexto, dificuldades e efeitos percebidos, sem concluir um diagnóstico por um número isolado.
Preciso abandonar redes sociais para fazer terapia?
Não há uma exigência automática. Objetivos e possibilidades são discutidos considerando sua rotina, necessidades e atividades.
Posso falar sobre jogos online?
Sim. Você pode apresentar o lugar que os jogos ocupam na sua vida e as dificuldades que deseja compreender.
Os responsáveis participam quando a demanda é de um adolescente?
A participação e os limites de privacidade serão combinados conforme a idade, a demanda e o funcionamento do atendimento.
Devo mostrar meu celular ou passar senhas?
Não envie senhas nem conteúdo privado no contato de agendamento. Qualquer recurso usado na sessão deve ter finalidade clara e respeitar sua privacidade.
Um espaço para você.
No seu tempo.
Converse para esclarecer suas dúvidas e conhecer as possibilidades de atendimento.
No primeiro contato, compartilhe apenas as informações necessárias para agendar.
